segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

REFLEXÕES A ESPERA DA VIRADA

1.Prêmio da Mega da Virada chega a 1 bilhão. Quase uma Lava Jato ou mais de 7 vezes o contrato do escritório da mulher do Xandão com o Banco Master.

2. Ditado da hora: Mais na linha de tiro do que o Xandão e o Toffoli.

3. Nova e Grandiosa Mãe de Todas as Batalhas: ministros do STF x Presidente do STF.

4.  Para o Silvonei pior do que a prisão foi o vexame no Paraguai...

4.1. E deu motivo para o Xandão determinar a prisão de outros envolvidos no 8/1. Muy amigo este Silvonei.

5. Bobagem revisitada: Impressionante o número de argentinos que trabalha em oficinas. Deve ser porque os carros deles são de má qualidade...

6. Bobagem revisitada 2: Consta que os anéis de Saturno são meras bijuterias.

6.1. E por que as luas de Saturno e de Júpiter tem nomes e a nossa é só lua?

6.2. E você sabia que os nomes dados aqui para essas luas não coincidem com os nomes dados a elas pelos jupterianos e saturninos?

6.3. O clube Talleres, de Cordoba, bem q poderia ser patrocinado pela Tramontina

7. Vem aí a competição de qual festa da virada terá a maior queima de fogos de artificio.

8. Mas nada supera aquele repórter de importante emissora informando (sic) que a festa da virada em Capão da Canoa vai atrair 1 milhão de pessoas. Juro que ouvi

8.1. Isso é quase 10% da população do RS.

8.2. Só para comparar, a virada do ano mais famosa do Brasil, a de Copacabana, tem previsão de 1,5 milhão de pessoas presentes.

8.3. Esse coisa da “virada” se presta a interpretações muito maliciosas.

9. A crise dos mimos foi séria. Nem agenda recebi.

10. Para que sobrevivamos ao que resta de 2025,roguemos com fervor!

10.1. De novo: por um restinho de ano festivo e sem rolos, roguemos mais ainda!

10.2 Vem logo ano novo. Reina grande expectativa.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

REFLEXÕES RESCALDO DO NATAL

1.Placar do Natal: Mensagens 103 x 04 Mimos

1.1. Incluindo 01 panettone

1.2. Desse jeito, Mimos vai para a Segundona.

2. Vestir no dia seguinte roupa ganha no Natal é coisa de despossuído.

2.1. Mas a criançada está autorizada a exibir seus brinquedos.

3. Será que é algum recado as roupas tamanho G que recebi?

4. Diálogo da mesa ao lado :

- Você odeia uva passa no Natal?

- Eu odeio é parente chato, perguntas sobre a faculdade, serviço, falsidades em geral. Uva passa a gente tira com a mão.

4.1. Mas pra mim, pelo arroz à grega sem uva passa no réveillon, roguemos com fervor.

4.2. Para que não haja torta fria no buffet, roguemos mais ainda.

5. Pergunta que não quer calar: qual o interesse das Retrospectivas televisivas? Não tem nenhum fato novo!

6. Pergunta que não quer calar 2: o Chester é o peru do B?

7. Impressionante nas promoções de Natal o que tinha de anúncio de produtos com 9 no final do preço!

7.1. Deve se para não ter que dar 1 centavo de troco.

8. Contagem regressiva para o início do Gauchão: faltam 15 dias.

8.1.  Único título que nem Flamengo, nem Palmeiras podem ganhar.

9. O Inter vai precisar de guerreiros, por isso vem aí Fabinho Soldado para a comissão técnica.

10. Este verão realmente dá um caldo. Não paro de suar.

11, Pra encerrar, consta que o Xandão vai dar 24 horas para a mídia encerrar a cobertura do episódio com o BC.

11.1. A propósito, não sei porque pensei naquela expressão “A mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

REFLEXÕES EM TEMPO DE POLEMICA E ESCANDALO

. Voces já notaram que os escândalos brasileiros são sempre com aumentativos? Petrolão, Mensalão, Xandão.

2. Ditados da hora:

2.1. Mais constrangedor que silencio do Xandão e família sobre a relação com o banco Master.

2.1. Mais dividido que o STF sobre o Código de Ética para os ministros.

2.2. Mais soltinha que a caneta de certos ministros do STF.

3. Sobre a polêmica dos chinelos, a mais prejudicada foi a Fernanda Montenegro: os clientes vão pensar duas ou mais vezes antes de contratá-la para um comercial.

3.2. E a mais favorecida foi a Ipanema, que ganhou uma campanha publicitária sem gastar um tostão.

4. O responsável pelo marketing das havaianas foi visto na fila do SINE...

4.1. A proposta do comercial foi um tiro nos dois pés.

5. Temporada da mensagens meigas e ternas pelas redes sociais está a mil.

5.1. Tem aqueles que são fdps o ano inteiro e viram doces e meigos agora.

6. Já eu até aceito ser chamado de bom velhinho neste período.

7. Mas apreciaria que os votos de boas festas viessem acompanhados de um bom vinho ou espumante.

7.1. Para receber mimos, não fechamos no Natal nem no Reveillon

8. A safra de mimos está tão magra que estou aceitando até panettones.

9. Certos presentes recebidos estão mais para Amigo da Onça Secreto.

10. Esportivas: Não existe nada mais chato que noticiário esportivo sem bola rolando.

11. Em seguida sai a tabela da Sul-americana e ficaremos sabendo para quem os vermelhos torcerão na competição.

12. Ainda restam o show do RC, as retrospectivas e o soborô das festas!

13. Vem logo, 2026.

sábado, 20 de dezembro de 2025

REFLEXÕES EM RITMO PRÉ-NATALINO

1. Filmes de Natal, com seus roteiros previsíveis, inundaram o Netflix e o Prime Vídeo.

2. Não me convidem para ceias que tenham cardápios com uvas passa.

2,.1. Essas eu passo.

3. Expectativa relativa do ar por mimos: baixíssima!

4. A safra de "mimos" realmente está em baixa. Queda de 100% frente ao mesmo período do ano passado!

5. Não custa repetir: a diferença entre TOCO e MIMO é a seguinte: quando os outros recebem é Toco; quando a gente recebe, é Mimo.

6. Perder o poder é perder a atratividade dos mimos.

7. É mais fácil ganhar na Mega da Virada do que se livrar das ligações do telemarketing.

9. O pior da festa da firma é o dia seguinte.

9.1. Atire a primeira pedra quem nunca...

10. Ouvido na mesa ao lado, de bandalhos: “Agora estou num período sexbático”.

11. Celebrações em dezembro de títulos conquistados no passado. A dupla Grenal está vivendo de saudade.

11.1. E como é chato, quase odiento, ver os outros times brasileiros decidindo títulos...

12. Inter na liderança...dos grandes clubes em jejum de títulos nacionais: 31 anos!          

13.Vocês já observaram que em novela ninguém toma banho? Todos tomam uma ducha

13,1. E ninguém come salada. Todos comem uma saladinha.

13.2. Os cafés da manhã só perdem para os dos hotéis cinco estrelas.

13.3. E no núcleo dos despossuídos sempre tem sucos.

14. Corrupto cumpridor da legislação trabalhista é o que pede 13º de propina.

15. Pergunta que não quer calar: quem vazou - e por que - o contrato da mulher do Xandão com o Banco Master?

15.1. Pergunta que não quer calar 2: por que o silêncio do casal sobre o episódio?

16. Que sina a nossa: cada filho de presidente que vou te contar...

17. Tô pensando seriamente em fazer uma promessa ali pelo dia 31: só voltar a beber no ano que vem!

17. E o verão chegou chegando!

18. Vinde a mim  os mimos!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

A Palavra do Ano à brasileira

*Publicado nesta data em Coletiva.net

Como temos a mania de importar modismos dos EUA, tipo Halloween, não me surpreenderia se em Terra Brasilis começássemos também a escolher a  Palavra do Ano.

Os americanos  desenvolveram um sofisticado processo envolvendo suas mais afamadas universidades para eleger a Palavra do Ano e o resultado, às vezes, é bizarro, como este ano em que a escolha recaiu sobre um número:  67. Tratei do assunto na coluna de 17/11 https://coletiva.net/colunas/academicos-sem-pauta,462387.jhtml

Apenas como exercício de imaginação qual seria a Palavra do Ano no Brasil? Sugestões é que não faltariam. No ano passado certamente seria “resiliência”, que resiste bem e aparece ainda em conversas e textos pós- desastres climáticos. Tem “perrengue” e “treta”, que surgem em nove  em cada dez  entrevistas das chamadas celebridades.  “Narrativa" tem vaga garantida  nos entreveros da política, assim como  “potente”, muito usada pelos palestrantes descolados para dar ideia de força.. O pessoal da corridas de rua adora um “bora” e nos comerciais tem aparecido com frequência o “corre”,  que acredito ser redução de corre-corre ou de correria.

Se me fosse dado o direito de escolher, sem dúvida colocaria minhas fichas em uma expressão que pegou: “quinta série”. No caso, não se refere diretamente à quinta série do ensino fundamental, mas serve para descrever um comportamento infantil ou imaturo, remetendo ao estereótipo de alunos dessa etapa escolar. Tempo de piadas de baixa extração, na maioria das vezes envolvendo órgãos e relações sexuais. Só não me peçam exemplos.

O mais preocupante é que espírito e comportamentos de quinta série contaminaram, pelo viés da idiotice, da sacanagem explicita e/ou da  imaturidade, todo o ambiente da atualidade,  da política às relações entre os poderes, passando pelos embates internacionais,  derivando para a programação das TVs, o protagonismo dos influencers e chega  ao futebol, que,  para nosso desgosto, diz respeito ao pífio desempenho da nossa  dupla Grenal  Tudo ficou muito raso.

Se serve como amostra desses tempos quintafeirinos, o que dizer da briguinha do Lula com o Alcolumbre em torno da indicação de Messias para o STF? E das recentes decisões de Gilmar Mendes blindando o STF e do Toffoli livrando a cara do “banqueiro” do Master? E do Bolsonaro indicando o filho Flávio como seu candidato à presidência da República, para preocupação da direita e satisfação da esquerda? E o barraco na Câmara depois que um deputado ocupou a cadeira do presidente e precisou ser retirado à força? Observe-se que listei ocorrências de pouco mais de uma semana apenas.

“Virou um frege”, diria dona Thélia, minha saudosa mãe que, em vida, acabaria com essas besteiradas todas com outra expressão digna de figurar, a seu tempo,  entre as palavras do ano : “Vão se afumentar!”.

*Como esta é a última coluna do ano desejo a todos os coletivenses boas entradas e melhores saídas em 2026, e poucas ou nenhuma incidência tipo “quinta série”. Até já.

 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

REFLEXÕES PROVOCATIVAS AQUI E ALI

1. “Dosimetria”, bom nome para uma banda... de que mesmo?

2. As relações espúrias de ministros do STF já estão pedindo uma CPI...

2.1. Tem quem advogue que Papai Noel devia dar de presente um exemplar da Constituição para certos ministros do STF.?

3. Neste período das CPIs não terminam em pizza, mas em panettone..

4. Por falar nisso, dezembro a mil e nenhum mimo até agora. Nem panettone.

5. Ouvido na mesa ao lado: "Gosto mesmo é de amigas secretas"!

6. Será que só eu que acho que a Janja tem cara de Janja.

7. Certas lembranças resgatadas pelo FB me levam a uma só conclusão: o que eu já postei de bobagens...!!!

8. Qual o maior inimigo do empoderamento feminino: o vidro de conserva ou a barata?

9. Quem diria, Bolsonaro e o indicado por Lula ao STF tem algo em comum: Messias nome.

10. Já Lula e Bolsonaro tem mais em comum: filhos metidos em rolos.

11. Saudade da Festa da Firma. #sqn

12. Em termos de mimos natalinos estou igual ao Juventude: rebaixado.

13. Aquele deputado do PSOL que deu início ao barraco na Câmara emporcalhou o nome do talentoso cineasta Glauber Rocha,.

14. O que será de nós sem futebol e sem corneta no fim de semana?

15. D’Alessandro, mais uma vítima da autofagia colorada com seus ídolos.

16. Agora estou só pelo ex-charmoso Gauchão.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

De perto ninguém é normal

*Publicado nesta data em Coletiva.net

Quem diria, Lula tem se derramado em elogios ao presidente Trump.  “No contato pessoal é outra pessoa”, teria falado ao próprio americano, na conversa telefônica que mantiveram por 40 minutos. A impressão passada pelo presidente americano coincide com o insuspeito depoimento de Raquel Krähenbühl , correspondente da Globo em Washington. Segundo ela, em pesquisa informal com o pessoal de apoio na Casa Branca, Trump aparece como o mais cordato e gentil dos últimos presidentes americanos, bem diferente no trato pessoal da persona carrancuda que aparece nas entrevistas à TV.  Bush filho também era bem cotado na preferência dos serviçais, enquanto Obama surpreendia pelo distanciamento que mantinha com o pessoal de apoio e a mídia credenciada na Casa Branca. Um comportamento quase arrogante de Obama, mas que mudava integralmente nas aparições públicas, quando irradiava simpatia.

Esse depoimento comprova o que canta Caetano Veloso em Vida Profana: “de perto, ninguém é normal”, ou, usando uma corruptela, longe das câmeras ninguém é normal.  E me remete a um texto que cometi tempos atrás sobre as reações de nossas celebridades artísticas diante do assédio do público.  Vários deles foram reprovados no quesito receptividade aos fãs, se bem que falar mal dos famosos é um esporte nacional.

Poderia enumerar muitos exemplos, incluindo lideranças políticas que só assumem o figurino de gente boa em período eleitoral.   Porém, todos eles têm que saber que a regra é clara:  quem tem exposição pública não pode se valer disso para destratar aquele que é obrigado a conviver com o famosinho. 

A propósito, lembro também que já escrevi sobre um confrade de minhas relações que costuma julgar as pessoas nas dimensões física e jurídica.  A física diz respeito aos atributos pessoais - caráter, personalidade, atitudes – e a jurídica ao desempenho profissional – competência, entregas, relacionamento funcional, comprometimento.  Assim, não é raro se referir a um conhecido no condicional:

- Na física é uma rica de uma pessoa, mas, na jurídica, um baita incompetente.

Também é recorrente a sentença inversa:

- Na jurídica é um grande profissional, mas na física um péssimo caráter.

Nesta minha jornada septuagenária   sou tentado a concordar com o confrade, eis que tenho convivido com gente de todas as espécies.  Conheço perfis, especialmente entre as chamadas pessoas públicas, que induzem a grandes enganos com suas atitudes.  Fina flor da meiguice para efeito externo, nas internas são verdadeiros déspotas.  E parece haver uma relação direta entre a ascensão do sujeito e a incivilidade: quanto mais poderosos, mais autocráticos. Os piores são aqueles que recebem um carguinho e acham que são deuses.

- Dá-lhe o látego e conhecerás o tirano, - dizia, algo solene, um diretor de rádio que conheci no passado, ele mesmo um especialista em disseminar o terror entre os seus colaboradores.

O látego, para quem não sabe, é o chicote usado pelo verdugo para flagelar suas vítimas. As vítimas são todos aqueles obrigados a conviver com os opressores de plantão, porque o sujeito mal avaliado na jurídica, mas de boa índole, ainda passa, porém, o contrário não é verdade. Do jeito que vai, daqui a pouco seremos obrigados a imitar Diógenes, que saia as ruas na Grécia antiga carregando uma lamparina, alegando que estava a procurar um homem honesto e íntegro.  Detalhe: o filosofo era conhecido como Diógenes, o Cínico, o que deve significar alguma coisa sobre o caráter dele.

Na verdade, Diógenes procurava a virtude de uma vida simples e natural, dessa simplicidade e espontaneidade de que são feitas as pessoas do bem, que prescindem do látego porque são integras na física e na jurídica. Se me pedirem nomes dos outros, nem com látego revelo.

 

sábado, 6 de dezembro de 2025

REFLEXÕES EM VÉSPERA DE TUDO OU NADA PARA OS VERMELHOS

1. Colorados em dia de uma torcida fervorosa e três secadas.

2. Ouvido na mesa do lado, de colorados: “Pior é a angústia da espera”.

3. Será que ouviremos no domingo muitos “eu avisei”?

4. Esgotado o estoque de Rivotril nas farmácias da cidade.

5. A maior queda proporcionada pela Red Bull em Porto Alegre pode não ser a descida de skate no Centro Administrativo...

6. Mais uma onda de descrédito do Inter com seus ídolos. Agora os alvos são Abel, D’Alessandro e Alan Patrick.

7. Segundona por Segundona sou mais a da Libertadores, que é a Sul-americana.

8. O filho lançado a candidato a presidente pelo Bolsonaro tem pelo menos uma credencial: é da nobre estirpe dos Flávios.                                                                                                                                          9. FB recorda uma das postagens preferidas: “Tem frases de efeito e frases de afeto, o que já é uma frase de efeito e com afeto!"

9.1. Meu reino por uma frase de efeito,

10. Zeloso mesmo é quem não dá spoiler nem sobre novela do Vale a Pena Ver de Novo.

11. Ouvido na mesa ao lado 2: "Tia Carmem bem que podia ter  lançado o Sexy Friday..."
12. Ditado da Hora: “Mais inchada do que próxima Copa do Mundo”.

13. No quarto pote do sorteio da Copa, sou mais os times das série D do Brasileirão.

14. A Globo consegue se superar e até a mensagem de fim de ano agora é patrocinada.

15. Por essa eu não esperava:  Planeta Atlântida anuncia Armandinho como atração!

16. Primeira semana de dezembro e nenhum mimo até agora.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            


quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

REFLEXÕES DEZEMBRINAS E ESPORTIVAS

1. Dezembro chegou. Reina grande expectativa para os mimos.

2. Já o Abel veio como herói colorado; agora virou pensamento mágico.

3. Se bem que o Inter ainda pode escapar da degola, mas já não depende mais do seu principal adversário: o próprio Inter.

4. Reina grande expectativa para a quantidade e o comportamento da torcida colorada no Beira-Rio na última rodada.

5. Reflexão esportiva: um time vencedor sempre começa com uma direção competente.

6. O presidente Barcellos bem que podia pedir ao companheiro Lula o empréstimo do Messias para operar um milagre no domingo.

6.1. Afinal, a sabatina do Messias foi adiada.

7. Mas o Lula está envolvido na Nova Mãe de Todas as Batalhas: contra o Alcolumbre e por causa do Messias,

8. E já surgiu a Novíssima Mãe de Todas as Batalhas: Gilmar Mendes x Alcolumbre.

8.1. Se a elite do Judiciário são os ministros do STF o que esperar das outras instâncias?

9. Ditado da hora: Mais polêmica que a indicação de Messias para o STF.

9.1. Ditado da  hora 2: Mais inconstitucional que decisão do Gilmar Mendes blindando o STF.

9.3. Ditado da Hora 3: Mais elogioso que o Lula falando do Trump.

9.1. Messias, um nome que não condiciona o destino.

10. Bobagem resgatada: bipolar seriam duas garrafas de cerveja Polar? Ou uma garrafa e uma latinha?

11. Estranho: até agora  nenhuma previsão do fim do mundo.

12. Da série Confissões Embaraçosas: na F1 levam pouco mais de dois segundos para trocar os pneus. É a metade do tempo que levo pra começar a pensar onde fica o macaco.

13. O maior anunciante da RBS TV é um tal de Planeta Atlântida e da Globo é a GloboPlay

14. Ouvido na mesa ao lado, de jornalistas: "Já não se ganha mais 'tocos' como antigamente..."

14.1.Toco é o que os outros recebem; a gente recebe mimos.

14.2. Assim, roguemos com fervor por um dezembro mimoso.

 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

A crônica esportiva tem futuro

*Publicado nesta data em Coletiva.net

No sábado, 29, vivenciei na sede da Associação Riograndense de Imprensa duas situações muito gratificantes: a entrega das premiações aos vencedores do Prêmio Nacional de Reportagem Esportiva/ Aceg 80 anos e o lançamento do livro ACEG 80 anos – 1945-2025. Os eventos fizeram parte das celebrações pelas oito décadas de atuação da Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos, nascida como Associação dos Cronistas Esportivos de Porto Alegre/ Acepa.

No concurso de reportagens, com 94 inscritos, ficou evidenciada a qualidade dos trabalhos apresentados, de média para superior, tanto nas categorias profissionais como universitárias. Essa constatação contraria as críticas que tenho ouvido e lido com frequência sobre a atuação da crônica esportiva gaúcha, que viveria um momento de baixa, enfrentando uma crise de identidade e credibilidade, pois estaria dissociada dos interesses do público.  Pela amostra das matérias que concorreram no Prêmio, de uma garotada promissora e vocacionada,  nas redações e na academia,  me arrisco afirmar que há futuro, sim, na crônica esportiva, especialmente no setor da reportagem. Chama a atenção a presença cada vez maior e sempre qualificada, das mulheres no jornalismo esportivo, igualmente entre as profissionais e as estudantes.

Quem sabe daqui a alguns anos, essa gurizada possa estar presente com seus depoimentos num livro que comemore 100 anos da Aceg, complemento da obra que resgata a história de 80 anos da entidade, lançada também no último sábado.

Com 180 páginas e fartamente ilustrado, o livro teve uma edição primorosa do jornalista e editor Fernando di Primio. Dividida basicamente em três pilares, a obra resgata a história dos esportes no Rio Grande do Sul nessas oito décadas; rememora – além da própria trajetória da ACEG – a evolução, os grandes feitos e as grandes coberturas de nossa crônica esportiva no mesmo período e apresenta deliciosas crônicas – histórias vividas – de 32 cronistas esportivos especialmente convidados e que constituem a parte essencial dessa história. Apresenta, ainda, uma pequena biografia dos 24 presidentes da entidade, desde Cid Pinheiro Cabral, o primeiro, a Rogério Amaral, o atual.

De minha parte, escalado para o time dos cronistas convidados, resgatei parte de um texto, intitulado O Profissional da Adrenalina, que publiquei num 8 de dezembro, data em que se comemora o Dia do Cronista Esportivo:

“A data, comemorada no mundo inteiro, segundo registros nada confiáveis, é creditada   a Aulus Lépidis, que seria o primeiro cronista esportivo ao descrever, num  8 de dezembro,  um duelo entre escravos e leões, no jornal Acta Diurna, de Roma. Aulus  acabou ele mesmo devorado por animais famintos, jogado às feras por Marcelus Brunos, o domador dos leões, cuja esposa teria um caso amoroso com o primeiro mártir do jornalismo esportivo. Que história, hein!

Fico pensando em como esse episódio seria contado pela imprensa esportiva da época e tenho certeza de seria uma cobertura ágil, detalhada, emocional e opiniática, com muita adrenalina, portanto,  porque esses atributos – positivos ou negativos – fazem a essência da atividade. A verdade é que a crônica esportiva já nasceu sob o signo da controvérsia e isso é inevitável em se tratando de uma editoria que envolve competições e rivalidades – vide o nosso Grenal.

Não conheço cronista esportivo que não seja apaixonado por seu trabalho e aos que ficaram e aos que virão meu reconhecimento e um abraço parceiro. Boa adrenalina  pra vocês! E vida longa a nossa ACEG”.